Sou um cara egocêntrico. Mas aprendi, na prática, que fazer algo realmente relevante sozinho é quase impossível. O sucesso exige time.
Quando comecei a EximiaCo, a empresa era só eu. Não demorou muito para que meus clientes começassem a demandar capacidades que iam além das minhas. Ou eu me associava a gente boa, que eu confiava, ou perderia oportunidades. Simples assim.
Hoje somos mais de 70 — e cada avanço que conquistamos foi resultado de talento somado.
Entre erros e acertos, percebi que a formação de um time não começa com o propósito, mas com a compatibilidade entre os propósitos de cada um. Não é sobre querer chegar exatamente ao mesmo lugar, mas garantir que estamos trilhando juntos o mesmo caminho.
Liderar não é apontar o caminho. É orquestrar talentos. Em um mundo onde especialistas sabem cada vez mais sobre cada vez menos, é na orquestração do coletivo que está a força real.
Você está jogando nos times certos—ou só naqueles em que é confortável jogar?