Outro dia, o Satya Nadella — CEO da Microsoft — declarou que o SaaS, como a gente conhece, tá com os dias contados.
Demorei um pouco pra entender.
Mas ele não tava falando do fim do software em si.
Tava falando do fim do software com telinha.
Aquele que a gente clica, preenche, envia.
O que vem aí, segundo ele (e eu concordo), são os agentes.
Agente, no caso, é software com cérebro.
Que pensa.
Que age sozinho.
Que executa tarefas sem precisar de humano clicando atrás.
Coisa que, até pouco tempo, só gente fazia.
Agentes artificiais operando lado a lado com agentes humanos.
Especialistas digitais trabalhando junto com você:
facilitando, acelerando, economizando.
Todos os dias.
Se você — como eu — desenvolve software,
essa é a nova fronteira.
A gente precisa aprender a desenvolver agentes.
E fazer isso direito.
Desafio novo. Mas…
Com alguns fundamentos que continuam valendo.
Na hora de modelar agentes, não encontrei nada mais útil que o bom e velho DDD — Domain-driven Design.
Se na indústria 4.0 a gente criou gêmeos digitais pra máquinas,
no mundo agentivo estamos criando gêmeos digitais pra especialistas de domínio.
Só que modelar gente não é simples.
Não é só código — tem filosofia, abstração, linguagem.
Tem contexto. Tem beleza.
E é sobre isso que eu quero falar com você.
Na próxima masterclass técnica do meu clube de estudos,
vou compartilhar o que tenho feito, como tenho feito e por quê.
Você vai ver como o DDD tem me ajudado a modelar agentes de verdade —
e vai sair com clareza sobre como aplicar esses princípios no seu trabalho.
É ao vivo.
Se você estiver lá, não vai só me ouvir.
Vai poder perguntar.
E eu vou te escutar. E responder.
Bora?