Jeremias 17. O inevitável se aproxima. O exílio está à porta. O povo confia no próprio braço, mas o coração é enganoso. Raiz podre não sustenta fé viva. Quem confia em si, seca. Quem confia em Deus, floresce.
“Será como árvore plantada junto às águas.” Mesmo no calor, não teme. Mesmo na seca, dá fruto.
Mas o povo perdeu o descanso. Profanou o sábado, sinal da confiança. Quem não descansa, não confia. Quem não confia, se perde.
No meio da ruína, Jeremias ora: “Cura-me, Senhor, e serei curado. Salva-me, e serei salvo, porque tu és o meu louvor.” Ele não foge. Nem deseja a desgraça. Fala com Deus como quem sangra, mas permanece.
Fé de verdade é descansar em Deus, mesmo quando tudo grita pra agir.