Futurismo, no imaginário popular, é alguém prevendo 2050 com uma jaqueta prateada.
Na prática, futurismo bom costuma ser o oposto.
É um jeito organizado de olhar pro presente e pensar: “ok… se isso continuar assim, o que fica mais provável?”
E, se mudar, muda como?
Em janeiro, vou conduzir uma masterclass aberta e gratuita sobre técnicas de futurismo aplicadas.
Nada de adivinhação.
A ideia é bem mão na massa: ferramentas simples, das que cabem na vida real, pra você sair do “vamos ver” e ganhar um jeito mais claro de enxergar caminhos.
A gente começa aprendendo a ler sinais. Coisas que já estão mudando, mas ainda não viraram consenso, e por isso passam batido. Quando você aprende a enxergar isso, o futuro para de parecer um bloco único e vira um conjunto de pistas.
Depois, a gente pega esses sinais e transforma em dois ou três cenários plausíveis. Não pra escolher “o certo”, mas pra parar de viver como se só existisse uma versão possível da sua história.
E por fim, a gente usa esses cenários como mapa pra decisões práticas. O tipo de clareza que ajuda a responder perguntas como: no que eu foco agora? o que eu paro de alimentar sem perceber? o que vale preparar sem entrar em paranoia?
Vai ser ao vivo no YouTube e vai ficar gravada.
Só que ao vivo tem uma vantagem meio injusta: você traz sua pergunta, do seu contexto, e eu respondo na hora.
Se fizer sentido pra você estar ao vivo, dá pra entrar na lista pra receber o link e a data certinha quando eu abrir.