Os executivos da Apple estão tendo que se explicar.
Foram pressionados por repórteres do Wall Street Journal.
O motivo? Siri.
A promessa era de uma assistente “revolucionária”.
O que entregaram, até agora, é a mesma de sempre.
Lenta. Confusa. Atrapalhada.
E o pior: boa parte do hardware atual já é vendido como “pronto para o Apple Intelligence”.
Mas o Apple Intelligence ainda não existe.
Foi anunciado. Divulgado. Hypeado.
Só não foi entregue.
Na entrevista, os executivos disseram que o produto funcionava bem nos testes. Mas fora do script, não.
Decidiram segurar.
A explicação levanta uma pergunta óbvia:
Se não estava pronto, por que anunciar?
No jargão da tecnologia, isso tem nome: vaporware.
Produto que só existe no marketing.
A Apple nega. Diz que é real — só não está pronto ainda.
Curioso. Pronto pra gerar manchete. Mas não pra chegar no usuário.
A justificativa oficial é que o Apple Intelligence não quer parecer IA.
Quer ser algo mais integrado, mais sutil.
Conseguiram.
Até agora, não parece IA.
Não parece nada.
A dúvida agora é outra:
A Apple ainda entrega o que promete?
Ou virou mais um caso de forma antes da função?
Seja como for, Siri segue esperando.
A gente também.