Vivemos a era da liderança humanizada. Aspiramos por culturas “generativas”, onde a segurança psicológica permite que a inovação floresça e o erro seja um degrau para o aprendizado. É um ideal nobre e, mais importante, eficaz. No entanto, na busca por esse ideal, muitos de nós, líderes bem-intencionados, confundimos colaboração com consenso e empatia com a ausência de autoridade.